quarta-feira, 21 de agosto de 2019

O ruído da festa...


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O ruído da festa foi sumindo aos poucos, meus lábios se abriram levemente e senti um sorriso meio torto e sem chances. Fechei os olhos e deixei que o movimento de seus lábios me enlouquecesse. Apertei de encontro ao meu corpo em uma entrega sem volta e deixei que meus sonhos mais doces e mais adolescentes tomassem conta de mim.
Seu hálito me deixa  tonta, seus lábios se moviam com uma fome e uma força esmagadora antes desconhecida e seu abraço me deixava sem ar. De repente parou e falou baixinho no meu ouvido mordiscando minha orelha.
-Precisamos sair daqui, agora!
Saímos como dois adolescentes, fugindo sem que ninguém percebesse nossa fuga. Entrei em seu carro e partimos para seu apartamento.
No caminho, suas mãos não paravam de percorrer meu pescoço, minhas pernas, meu rosto e não havia palavras para tantas emoções, que passavam pela minha cabeça.
Quando a porta fechou atrás de mim, senti seu abraço forte, sua boca, seus lábios exigentes, senti que aquela atração física de algum tempo, ainda estava viva e a chama não tinha apagado.
(Bel Rech)

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