segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Venha amor...


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Seu amor venha logo...
O tempo não espera e estou querendo entregar-me de corpo e alma para este 
sentimento que não conheço...

Bel Rech

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Lembranças


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Sinto que por mais que guardamos nossos sentimentos, muitas vezes eles teimam em ressurgir das cinzas...

Em cada música que algum dia marcou um olhar, que selou o primeiro beijo e que dançamos a primeira vez.
Em uma frase de amor que lemos por aí e que atingiu de imediato nosso coração e trouxeram lembranças e mais lembranças.
Naquele filme de amor que deixaram as lágrimas rolar e pensando que podia ser a personagem principal e que podia viver aquilo da mesma forma.

Bel Rech

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Marcas


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O amor deixa marcas...algumas leves, algumas cicatrizadas, outras profundamente abertas...O tempo até ameniza,mas as marcas estarão ali para sempre, para que qualquer momento de tristeza nos traga de volta ao passado.
Passado que jamais nos trará de volta aquilo que deixamos ou pensamos em fazer ou até menos aquilo que poderíamos ter dito e não falamos na ocasião.
O amor tem dessas, nos aprisiona em algum canto escondido dentro de nós.


Bel Rech

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Querer bem



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Amar não quer dizer ser submisso a tudo que o outro quer ou deseja.
Amar é respeitar o espaço um do outro.
Amar é acima de tudo querer o bem , é estar bem e viver o bem!


Bel Rech

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O amor é...



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O amor é muito mais que paixão, que fogo que arde, ciúmes sem sentido, loucuras sem fim...amor é um encontro de almas, de coração e de abraços sem fim...
É sentimento que toca fundo, que cada movimento é um encaixe perfeito.
O amor é um simples olhar... 

Bel Rech

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Do amor


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Nascemos do amor, pertencemos ao amor, fazemos o amor, discutimos o amor, declaramos o amor, gritamos por amor, choramos por amor e até conseguimos pensar em morrer por amor...

Bel Rech

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Viver o amor




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Viver um grande amor...Viva!
Se espera viver um grande amor que assim seja.

Que seja como gente pequena e que seja como gente grande...
Que seja irreal e que seja real...ou até platônico, mas que seja amor!
Que seja amor em todas as vias de seu entendimento e se não entender, busque amor em você e tudo se tornará amor...



Bel Rech

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Acordando


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Dei leves tapas no rosto para acordar, pois poderia estar sonhando. Tive que rir, pois doeu.
Levantei e coloquei um hobby azul que estava na cadeira, sentindo seu cheiro forte e o mesmo arrepio da noite anterior.
Caminhei até a cozinha e percebi que seu apartamento era pequeno e muito sóbrio, nada de muitos móveis e acessórios. Um apartamento de fim de semana.
Encontrei-o somente com a parte de baixo do pijama, colocando as xícaras na bandeja e quando me viu, veio de encontro abraçando-me fortemente.
-Quanto tempo tenho sonhado com esse momento!
-Sério? Pensei que tinha me esquecido para sempre, foi um relacionamento tranqüilo e apaixonado o nosso, na nossa adolescência.
-Mas algo ficou inacabado e quando nos encontramos da última vez ninguém disse adeus, está lembrada?
-Sim, como poderia esquecer aquele trágico dia?
-Não foi tão trágico, aconteceu o que tinha que acontecer.
-Mas você não me disse que era casado. Fiquei desesperada quando soube que estava saindo com um homem casado.
-Você não me perguntou, não achei que era para dizer e também não deu tempo. Eu iria te contar no outro dia, lembra quando marcamos?
-Sim!
-Não sabia que ela viria me encontrar no Hotel, eu iria te contar no dia que ela nos encontrou.. Queria me desculpar, mas você não atendeu minhas ligações, deixei várias mensagens no seu celular.
-Eu sei, joguei fora o celular em um rio, para ele parar de tocar, estava com muita raiva, pois acreditei em você em tudo que me disse para acontecer tudo que aconteceu.

-Mas agora acredita em mim?Eu não estou casado!

(Bel Rech)

domingo, 29 de setembro de 2013

Destino


Reencontro
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Ficamos ali abraçados sem falar, apenas sentindo um ao outro até dormirmos. Quando acordei senti aquele braço forte  a me envolver.

Tentei desvencilhar-me sem acordá-lo, mas foi inútil. Senti que me segurava e puxava para mais perto. Não consegui fugir de seu abraço, de seus beijos, mais uma vez exigentes, mas suaves.

-Bom dia! Está com fome?

-Bom dia! E como estou...

-Vou fazer um café. O que quer de especial?

-Nada, café puro, nada mais.

-Seu desejo é uma ordem.


Enquanto Eduardo ia fazer o café, fiquei ali atirada na cama pensando em tudo o que aconteceu, porque fomos nos encontrar agora. Ele está separado, eu sozinha. É o acaso? Nosso destino está traçado nos dando uma nova chance?É para ser?Será que não é um sonho?

sábado, 28 de setembro de 2013

Com paixão

Reencontro
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No caminho, suas mãos não paravam de percorrer meu pescoço, minhas pernas, meu rosto e não havia palavras para tantas emoções, que passavam pela minha cabeça.
Quando a porta fechou atrás de mim, senti seu abraço forte, sua boca, seus lábios exigentes. Senti que aquela atração física de algum tempo, ainda estava viva e a chama não tinha apagado.

Pegou-me nos braços e levou-me diretamente para seu quarto. Não teve palavras, somente queríamos extravasar aquilo que estava guardado há tanto tempo.
Meu corpo pedia, ansiava por seus carinhos, mas ele queria prolongar mais e eu pegava em seus cabelos quase selvagemente para que não prolongasse essa loucura.

Meu corpo ansiava pelo dele, mas ele queria tocar em cada parte do meu corpo como se fosse a primeira vez.

Entregamos-nos a essa paixão alucinante e deixamos que nossos corpos buscassem freneticamente a explosão que tanto fizeram falta até que nossos corpos suados e exaustos ficassem inertes.


Lembro- me agora perfeitamente de tudo.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Seu beijo

Reencontro
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O ruído da festa foi sumindo aos poucos, meus lábios se abriram levemente e senti um sorriso meio torto e sem chances. Fechei os olhos e deixei que o movimento de seus lábios me enlouquecesse. Apertei de encontro ao meu corpo em uma entrega sem volta e deixei que meus sonhos mais doces e mais adolescentes tomassem conta de mim.

Seu hálito me deixa  tonta, seus lábios se moviam com uma fome e uma força esmagadora antes desconhecida e seu abraço me deixava sem ar. De repente parou e falou baixinho no meu ouvido mordiscando minha orelha.

-Precisamos sair daqui, agora!


Saímos como dois adolescentes, fugindo sem que ninguém percebesse nossa fuga. Entrei em seu carro e partimos para seu apartamento.

Continua...


(Bel Rech)