terça-feira, 30 de outubro de 2012

Um brinde ao amor

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Senti seu toque suave..me entreguei ao calor de seus dedos.
Olhei para o nada e deixei que tudo fosse perfeito.
Quando senti sua boca no meu pescoço, estremeci, já não estava mais salva.
As mãos afagavam meu cabelo levemente, com intenção de uma promessa.
Meu coração batia descompassado e podia acreditar que sairia pela boca.
Seus beijos que eram suaves já exigiam um certa urgência e eu já não podia mais controlar o que estava acontecendo.
Sabia que não teria mais volta...
A esse amor que me rendo, me entrego e levo comigo...deixo somente lembranças de uma noite
inesquecível...
Um brinde ao amor!

Bel Rech

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Transformação


Imagem Google

Que cada sonho se transforme realidade.
Que cada lágrima uma alegria.
Que cada olhar um desejo.
Que cada abraço uma paixão.
Que cada beijo um amor.
Que cada amor se torne pleno.

(Bel Rech)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Saudades que carrego


Saudades é tudo aquilo que carrego dentro de mim, que me leva a um mundo conhecido e vivido somente por mim.
Saudades das alegrias compartilhadas, dos abraços apertados, dos beijos apaixonados, das loucuras que vivemos.
Saudades dos sonhos não experimentados, daquilo que não aconteceu.
Saudades das palavras ditas, sem pensar nas consequências, do ciumes sem controle.
Saudades das músicas que embalavam nosso amor.
Saudades do sentimento de perda e de posse.
Saudades da espera de um telefonema...de passar na rua em que morava.
Saudades dos bilhetes escondidos, do batom escrito no para brisa do carro.
Saudades dos encontros menos esperados.
Saudades do amor que senti e vivi.

sábado, 20 de outubro de 2012

O valioso tempo dos maduros por Luma Rosa


Amigos blogueiros recebi um comentário da bogueira  Luz de Luma e achei de muita importância sobre o que ela escreveu...Agradeço imensamente por ser seguidora de uma pessoa como ela, dedicada e atenta.Obrigado!!!

Aqui o comentário:
Quem circula na internet deveria ter maior zelo pelo texto alheio. Sempre quando vou publicar algo, atento para a autoria e checo, pois presenciamos absurdos, como frases atribuídas à autores famosos que na verdade são anônimas. Clarice Lispector é campeã de frases que nunca foram dela.
Acontece que algumas pessoas se sentem no direito de possuir o que é alheio. No caso do Ricardo Gondim, a comprovação que ele tem é da data da publicação do livro.
No entanto, em um post de 19 de abril de 2005, o jornalista angolano Manuel Ricardo (Pitigrili) que mora nos EUA, fez um texto em homenagem ao poeta Mário Pinto de Andrade - que não é o Mário de Andrade conhecido por nós - Que você pode conferir nesse link.
No original, são cerejas e foram trocadas por jabuticabas. Se acreditar que o sr. Ricardo Gondim é o autor, tenho também que acreditar em psicografia. Ele deve ter comigo uma tijela de jabuticaba e recebido o espírito de Mário Pinto de Andrade. Que inspiração! E olha o tamanho do caroço!
O Sr. Ricardo Gondim tem que moralmente procurar pelo jornalista Manuel Ricardo Pitigrili e questionar a sua postagem anterior a publicação do livro onde consta "O valioso tempo dos maduros". Afinal, temos um caso exclusivo de psico-psico-grafia de Mário Pinto de Andrade.

*Bel, sou tão chata com isso, que sempre quando algum amigo blogueiro coloca "autor desconhecido", saio à caça da autoria para que seja acrescentado. Mas isso também se deve a minha raiva de plagiadores.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Passe livre

Esse filme é uma comédia, mas tem um detalhe muito importante para as mulheres:assistam sozinhas.
Os  atores Owen Wilson e Jason Sudeikis estavam cansados da vida de casados até que recebem um passe livre, para fazerem o que quiserem...mas elas também entram nessa...
                                            
                                                                      Adoro cinema
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Indico, pois é muito hilário...



terça-feira, 16 de outubro de 2012

O valioso tempo dos maduros ou Tempo que foge?

Queridos blogueiros, hoje recebi um comentário em um dos meus textos "O valioso tempo dos maduros" que o autor não é Mário Andrade e sim Rubem Alves.Fiquei em dúvida e fui dar uma pesquisada e encontrei este blog Entre aqui e este em que é o autor verdadeiro Ricardo Gondim aqui com o título de "tempo que foge", o mesmo reclama que foi plagiado.
Então, decidi deixar este post e se alguém souber algo mais, por favor deixe um comentário que postarei logo em seguida.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Palavra bondosa

Imagem via tumblr


"Você pode se lamentar muitas vezes por ter 
pronunciado uma palavra indelicada,
mas nunca por ter pronunciado uma
palavra bondosa."

(Bert Estabrook)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Imagem do Google


"Eu segurei muitas coisas em minhas  mãos e eu as perdi;
mas tudo que eu coloquei nas mãos de 
Deus eu ainda possuo."

(Martin Luther King)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Poderia ser diferente


Minhas lágrimas escorrem por não poder mais te trazer para perto de mim, para o aconchego do meu abraço e pelo amor que vivemos.
Tudo poderia ter sido diferente e presente, sem culpa do passado e sem especulação do futuro.
Tudo o que carrego são lembranças de um amor mal resolvido, mal contestado, mal orientado por nós mesmos.
Não podemos de maneira nenhuma esquecer algo que marcou tão profundamente em nossas vidas, em alguma parte de nosso passado.
Não posso dizer que te esquecerei, pois algum dia fez parte da minha vida, mesmo que por pouco tempo.
Foi suficiente para deixar marcas das quais não podemos tirar assim de uma história.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Seu olhar

Imagem do Google

Me perdi no infinito do seu olhar e não queria mais voltar, pois lá não tinha como sentir dor e medo de perder-te.
Me perdi na cor deles e sem chances de voltar, lá era claro e transparente, sem mentiras.
Me perdi porque também queria ficar perdida e não voltar para a realidade nua e crua.
Como é o infinito quero acreditar em não querer voltar.
Posso me perder na realidade que encontrei no seu olhar o mais terno e doce amor...
Mas a realidade nos acorda e tenho que voltar!

Bel Rech

domingo, 30 de setembro de 2012

Antes que elas cresçam


Cheguei neste blog Turquezza Variedade e achei lindo esse texto e trouxe para apreciarem...Aproveitem!!

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, Elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços os disparos dos discursos e o assalto das estações elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali na porta da discoteca esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas lá estão elas com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou então com a suéter amarrado na cintura. Está quente a gente diz que vão estragar o suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos depois do primeiro e do segundo casamento com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão as mães às vezez, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

Affonso Romano de Sant'Anna

sábado, 29 de setembro de 2012

Na arte do amor




O amor é uma arte e buscamos constantemente deixá-lo perfeito.Como todo artista sempre vai ver algo que está faltando, que não está bem definido, que falta algo a mais.
Mas o que os meus olhos veem, outros olhos verão diferente.
A minha perfeição pode ser torta.Ser redonda ou até mesmo quadrada.
Tudo depende de quem consegue olhar com amor, sem perceber a perfeição do artista.
Eu procuro buscar a arte do amor em pequenas coisas do nosso dia.
Quando o sol está brilhando, quando a chuva molha as plantas, quando me sinto em paz!
É uma arte, é só buscar!

Bel Rech

domingo, 23 de setembro de 2012

Seu cheiro


Passei pelo corredor e senti seu cheiro...tinha certeza que tinha voltado!
Entrei quarto à dentro te buscando e nada...
As cortinas mexiam-se suavemente pelo vidro entreaberto, era dali que vinha seu cheiro que já não estaria entre os lençóis macios de nossa cama.
Percebi que seu cheiro ficaria por muito tempo por ali, mas não percebi que não o teria mais.
Quando foste embora, deixastes claro que não voltaria, que tudo tinha acabado e que tudo fora ilusão de sua parte.
E de minha parte foi muito real e absurdamente incontrolável o amor que sentia e ainda insiste em existir por um alguém que nunca merecerá esse amor.
Mas quem controla o que vai dentro do coração?
Não tem nenhum botão que desliga quando alguém parte de nossas vidas, deixando um vazio, somente o cheiro único e altamente perigoso.
Fechei a janela e voltei pelo mesmo corredor e já não sentia mais seu cheiro...

Bel Rech