segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
Destino
Reencontro
Imagem via Google
Ficamos ali abraçados sem falar, apenas
sentindo um ao outro até dormirmos. Quando acordei senti aquele braço forte a me envolver.
Tentei desvencilhar-me sem acordá-lo, mas
foi inútil. Senti que me segurava e puxava para mais perto. Não consegui fugir
de seu abraço, de seus beijos, mais uma vez exigentes, mas suaves.
-Bom dia! Está com fome?
-Bom dia! E como estou...
-Vou fazer um café. O que quer de especial?
-Nada, café puro, nada mais.
-Seu desejo é uma ordem.
Enquanto Eduardo ia fazer o café, fiquei
ali atirada na cama pensando em tudo o que aconteceu, porque fomos nos encontrar
agora. Ele está separado, eu sozinha. É o acaso? Nosso destino está traçado nos
dando uma nova chance?É para ser?Será que não é um sonho?
sábado, 28 de setembro de 2013
Com paixão
Reencontro
Imagem via tumblr
No caminho, suas mãos não paravam de
percorrer meu pescoço, minhas pernas, meu rosto e não havia palavras para
tantas emoções, que passavam pela minha cabeça.
Quando a porta fechou atrás de mim, senti
seu abraço forte, sua boca, seus lábios exigentes. Senti que aquela atração
física de algum tempo, ainda estava viva e a chama não tinha apagado.
Pegou-me nos braços e levou-me diretamente
para seu quarto. Não teve palavras, somente queríamos extravasar aquilo que
estava guardado há tanto tempo.
Meu corpo pedia, ansiava por seus carinhos,
mas ele queria prolongar mais e eu pegava em seus cabelos quase selvagemente
para que não prolongasse essa loucura.
Meu corpo ansiava pelo dele, mas ele queria
tocar em cada parte do meu corpo como se fosse a primeira vez.
Entregamos-nos a essa paixão alucinante e
deixamos que nossos corpos buscassem freneticamente a explosão que tanto fizeram
falta até que nossos corpos suados e exaustos ficassem inertes.
Lembro- me agora perfeitamente de tudo.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Seu beijo
Reencontro
Imagem via tumblr
O ruído da festa foi sumindo aos poucos,
meus lábios se abriram levemente e senti um sorriso meio torto e sem chances.
Fechei os olhos e deixei que o movimento de seus lábios me enlouquecesse.
Apertei de encontro ao meu corpo em uma entrega sem volta e deixei que meus
sonhos mais doces e mais adolescentes tomassem conta de mim.
Seu hálito me deixa tonta, seus lábios se moviam com uma fome e
uma força esmagadora antes desconhecida e seu abraço me deixava sem ar. De
repente parou e falou baixinho no meu ouvido mordiscando minha orelha.
-Precisamos sair daqui, agora!
Saímos como dois adolescentes, fugindo sem
que ninguém percebesse nossa fuga. Entrei em seu carro e partimos para seu
apartamento.
Continua...
(Bel Rech)
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Seu abraço
Reencontro
Imagem via Google
-Foi o acaso, pois perdi o telefone de
Isabelli e outro dia nos encontramos e convidei -á de última hora.Ela foi muito
legal em aceitar e não tive tempo de falar
que estaria por aqui.
-Bom, vou dar mais uma volta para ver se
falta alguma coisa, se comportem. E saiu com uma piscadela.
Minha taça estava vazia, passou um garçom e
troquei. Minha cabeça estava girando, mas não era só a bebida, era ter Eduardo bem
na minha frente, solteiro, livre, solto e tanta coisa passando pela minha
cabeça.
Na realidade eu queria tocá-lo, encostar
minha cabeça em seu ombro, deixar seu abraço tomar conta de mim. Estava tão
carente de um abraço, de um beijo...
Minha cabeça girou e senti que iria cair,
quando um braço forte me segurou e deixei que seus olhos encontrassem o meu, o
hálito de sua boca perto da minha, meus braços se enroscaram em seu pescoço. Deixei
que a lua fosse testemunha deste momento mágico.
Quando ele me ergueu, suas mãos continuavam
na minha cintura. Um arrepio percorreu todo meu corpo e deixei que sua mão
vagasse pelas minhas costas, chegassem ao pescoço e seus olhos continuavam me
fitar de uma maneira sincronizada com tudo que ele fazia. Nada escutava somente
o som do meu coração.
Sua boca foi chegando mais perto da minha e
eu não queria resistir a nenhum movimento, queria me entregar de fato.
Continua...
(Bel Rech)
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Dúvidas
Reencontro
Imagem via Google
-Pensei como você. E sua esposa veio junto?
-Não. (pausa) Nos separamos.
-Hummm (meu coração pulou, mas não saiu). Sinto
muito!
-Não sinta, nossa relação estava
desgastada.
-Uma separação é dolorosa de qualquer
forma.A gente já está acostumado com o outro, escovas de dente sempre juntas
e depois não há nada. E a companhia faz falta de vez em quando. Sorri. Ele
estava compenetrado no que eu estava falando.
-Mas e você Isabelli, está sozinha?
-Sim, estou muito ocupada com os negócios que
não tenho tempo de preocupar-me com alguém esperando-me.
-Entendo!
Neste momento nossa amiga chegou.
-Vi que já se encontraram e colocaram a
conversa em dia.
Eu respondi com uma careta para ela. -Sim,
minha querida amiga, já deu para conversar um pouco.
Ele respondeu:
-Certamente foi uma bela surpresa, Regina,
por essa eu não esperava. Você guardou muito bem esse segredo.
Continua...
(Bel Rech)
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Surpresa
Reencontro
Imagem via Google
Minha cabeça dava voltas e o vinho fazendo
mais reviravoltas, pensando que jamais o encontraria e esse seria o último
lugar para reencontrá-lo. Continuava lindo como da última vez que nos vimos,
com mais linhas finas ao redor de seus olhos negros, impenetrável como sempre, o corpo continuava
deliciosamente forte,leves fios de cabelos
grisalhos e as mãos continuavam do mesmo jeito.Será que tinha o mesmo toque?E a
boca carnuda e o sorriso perfeito. Cada detalhe aguçou meu apetite lembrando-me que fazia algum tempo que não
sentia nada parecido por alguém.
-Uma noite linda para ficar no jardim! Fugi
um pouco do barulho para apreciar um pouco desta maravilha.
-Eu também dei uma fugida para buscar um
pouco de ar, lá dentro estava muito quente. E você, o que tem feito?Pelo que
falei com a Regina, fazia algum tempo que não a via.
-Encontrei-a outro dia e convidou-me para seu aniversário,dizendo que teria
muitas pessoas conhecidas. Como estava devendo uma visita, resolvi aceitar.
Sabia que não poderíamos conversar hoje. Fiz uma força para prestigiá-la, como tinha
nenhuma programação, aceitei de imediato.
-Desta vez ela nos pregou uma peça. A festa
é dela, mas a surpresa é nossa. Pensei que nunca mais nos encontraríamos,
depois da última vez que estivemos juntos.
Continua...
(Bel Rech)
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Passado
Reencontro
Imagem Via Tumblr
Muitas recordações vieram a minha cabeça,
como num filme. Nós nos encontrávamos em uma estrada deserta e geralmente a lua
era testemunha. Virei devagar para não cair, quando encontrei os olhos de
Eduardo.
-Olá, quanta surpresa! Você por aqui. Como
vai? - Pensei comigo. Essa era a surpresa da minha amiga.
-Bem e
você?-Respondeu Eduardo.
-Comigo está tudo bem. Não sabia que
estaria por aqui! Dá última vez que soube de você, estava fora do país.
-Voltei alguns dias, pois tenho assuntos
para resolver. Encontrei a Regina, falamos sobre os velhos tempos, que daria
uma festa e já que estava por aqui, poderia encontrar velhos amigos. E
realmente encontrei!
Continua...
(Bel Rech)
domingo, 22 de setembro de 2013
A lua
Reencontro
Via tumblr
Entramos numa sala cheia de convidados. Alguns
me recordavam brevemente, outros nunca tinha visto, mas logo já estava
entrosada.
Ela saiu para atender outros convidados e
não deu tempo para perguntar sobre a surpresinha.
Tomei uma taça de vinho, mais uma e a
conversa fluía normalmente, não me lembro de ter comido algo. Fui caminhando
até o jardim, já que estava encantada com a casa. Cheguei até uma parte do
jardim repleto de plantas, sentei-me em um banco rústico. Ali dava para contemplar
tanta beleza do verde e das flores multicoloridas e uma lua cheia para dar mais
luz ao ambiente.
De repente ouvi alguns passos e ouvi aquela
voz que jamais poderia esquecer. Meu coração começou a bater descompassado,
suei frio, não tinha coragem de olhar para trás, acreditando ser um fantasma.
-A lua,
trouxe-me muitas recordações!-Falou a
voz
Continua...
(Bel Rech)
sábado, 21 de setembro de 2013
Festa
Reencontro
Imagem via Google
Enquanto saía do restaurante correndo até
chegar ao meu carro, fiquei curiosa para saber o que seria.Fiquei ansiosa,
pois o sorriso dela era muito maroto.
Enfim chegou o dia da tão dita e surpresa
festa. Coloquei um vestido preto, nunca
erro essa cor e também olhei minha silhueta no espelho, leve barriguinha, mas o
preto disfarçava. Coloquei um sapato preto de salto e retoquei o batom.
Mantive a maquiagem como sempre, leve, mas
exagerei no batom vermelho. Para uma festa poderia exagerar um pouco. Talvez
encontrasse alguém interessante nesta festa!
Não demorei
em encontrar o endereço, um bairro novo e casas novas, com árvores ambos em os
lados e todas com cores dos mais diversos tons de verde. Pensei que, se não me sentisse tão segura no
meu apartamento até gostaria de morar em um lugar assim, tranquilo e gostoso, em
que os jardins ficavam sem cerca, iluminado e com segurança na entrada.
Estacionei, dei uma olhada no espelho para
ver se estava tudo em ordem. Desci e caminhei alguns metros, já estava na
porta.
Toquei a companhia. Regina abriu a porta
com um sorriso amplo e bem humorado como sempre, deu-me um grande abraço e fez
sinal para entrar.
Continua...
(Bel Rech)
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Reencontro
Reencontro
Imagem do Google
Senti que algo me apertava e não conseguia me soltar. Um peso! Tentava de todas as maneiras levantar, algo me prendia...
Meus olhos continuavam fechados e eu
tentava descobrir porque estava presa até o momento que consegui abrir e
perceber que um braço estava enroscado na minha cintura como uma corrente.
Lembrei-me da noite anterior, depois de
algumas taças de vinho e tentei lembrar tudo que aconteceu, mesmo que a minha
cabeça estivesse latejando.
Mas deixei que aquele braço forte se
mantivesse ali, pois era o que eu mais queria naquele momento tentar lembrar o
que acontecera.
Na noite anterior fui convidada a uma festa
de uma grande amiga, que não nos víamos a muito tempo.Foi um encontro casual em
um restaurante , trocamos telefones e me convidou para sua festa de aniversário
que seria dois dias depois.
Essa minha amiga de adolescência, de festas,
segredos e coração, a Regina. Vivíamos sempre juntas, irmãs de alma. Podíamos
sempre contar uma com a outra em qualquer circunstância e em qualquer
emergência.
Passaram-se tantos anos, mesmo que
mantivéssemos contato, raramente nos encontrávamos. Esse foi um reencontro
maravilhoso e me fez recordar pessoas do meu passado em que eu acreditava estar
enterrado naquela cidade e no meu coração.
A vida é muito estranha e nada deixa
passar, mesmo que os anos passem algumas coisinhas do coração, pendentes, ficam
escondidas, mas jamais cicatrizadas.
Neste encontro não tivemos muito tempo de
colocar a conversa em dia, pois eu estava atrasada para uma reunião. Então,
Regina insistiu para que eu fosse a sua festa, pois teria uma grande surpresa
para mim. Tive que rir. Que surpresa ela
teria, se fazia algum tempo que não tínhamos mais conversado. Deixei para lá e
confirmei com ela.
Continua...
(Bel Rech)
sábado, 10 de agosto de 2013
O poder do silêncio
Pensar antes de reagir é uma das ferramentas mais nobres do ser humano nas relações interpessoais.Nos primeiros trinta segundos de tensão, cometemos os maiores erros de nossas vidas, falamos palavras e temos gestos diante das pessoas que amamos que jamais deveríamos expressar.Nesse rápido intervalo de tempo, somos controlados pelas zonas de conflitos, impedindo o acesso de informações que nos subsidiariam a serenidade, a coerência intelectual, o raciocínio crítico.Um médico pode ser muito paciente com as queixas de seus pacientes, mas muitíssimo impaciente com as reclamações de seus filhos.Pensa antes de reagir diante de estranhos, mas não diante de quem ama.Não sabe fazer a oração dos sábios, nos focos de tensão, o silêncio.Se vivermos debaixo da ditadura da resposta, da necessidade compulsiva de reagir quando pressionados, cometeremos erros, alguns muito graves.Só o silêncio preserva a sabedoria quando somos ameaçados, criticados, injustiçados.Cada vez as pessoas estão perdendo o prazer de silenciar, de se interiorizar, refletir, meditar.O dito popular de contar até dez antes de reagir é imaturo, não funciona.O silêncio não é se aguentar para não explodir, o silêncio é o respeito, pela própria inteligência.Quem faz a oração dos sábios, não é escravo do binômio do bateu-levou.Quem bate no peito e diz que não leva desaforo pra casa, não pensa nas consequências de seus atos.Quem se orgulha de vomitar para fora tudo que pensa, machuca quem mais deveria ser amado, não conhece a linguagem do auto controle.Decepções fazem parte do cardápio das melhores relações.Nesse cardápio precisamos do tempero do silêncio para preparar o molho da tolerância.Para conviver com máquinas não precisamos de silêncio nem da tolerância, mas com seres humanos elas são fundamentais.Ambos são frutos nobres da arte de pensar antes de reagir. Preserva a saúde psíquica, a consciência, a tranquilidade.O silêncio e a tolerância são o vinho dos fortes, a reação impulsiva é a embriaguez dos fracos.O silêncio e a tolerância são as armas de quem pensa, a reação instintiva é a arma de quem não pensa.É muito melhor ser lento no pensar do que rápido em machucar, é preferível conviver com uma pessoa simples, sem cultura acadêmica, mas tolerante, do que com um ser humano de ilibada cultura saturada de radicalismo, egocentrismo, estrelismo.Sabedoria e tolerância não se aprendem nos bancos de uma escola, mas no traçado da existência.Ninguém é digno de maturidade se não usar suas incoerências para produzi-la.Todo ser humano passa por turbulências na vida. Para alguns falta o pão na mesa; a outros a alegria na alma. Uns lutam para sobreviver, outros são ricos e abastados, mas mendigam o pão da tranquilidade e da felicidade.Os milionários quiseram comprar a felicidade com seu dinheiro, os políticos quiseram conquistá-la com seu poder, as celebridades quiseram seduzi-la com sua fama, mas ela não se deixou achar.Balbuciando aos ouvidos de todos, disse: “...Eu me escondo nas coisas simples e anônimas...”.Todos fecham os seus olhos quando morrem, mas nem todos enxergam quando estão vivos.
Augusto Cury in "Código da Inteligência"
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